Auxílio emergencial não pode ser suspenso agora, segundo especialistas

Dados do IBGE mostram que, em alguns estados, mais de 60% dos domicílios dependem dos benefícios concedidos pelo governo federal

Foto: Reprodução

Jornal GGN – O total de domicílios que pediram ajuda emergencial ao governo por conta da pandemia aumentou em todos os estados brasileiros mais o Distrito Federal, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para especialistas consultados pelo jornal Folha de São Paulo, o programa segue ajudando a população mais carente, e sua redução ou corte afetaria principalmente os mais vulneráveis. Além disso, o benefício tem ajudado a aquecer o consumo e a economia, mesmo com o desemprego chegando a 13,1% em julho.

A proporção de domicílios favorecidos pelo auxílio emergencial ultrapassa a marca de 60%, principalmente nas regiões Norte e Nordeste: Amapá (68,8%), Maranhão (65,8%), Pará (64,5%), Alagoas (62,8%), Amazonas (62,8%) e Piauí (61,7%). Em outros, o percentual chega a menos da metade, como em Santa Catarina (24,5%) e Rio Grande do Sul (29,6%). Em todo o país, o valor médio do beneficio chegou a R$ 896 por domicílio.

 

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