Os movimentos estratégicos da China, por Luis Nassif

Outro movimento relevante é o esforço chinês para internalizar tecnologias estratégicas. Esse esforço aumentou desde que países ocidentais passaram a dificultar o acesso da China a tecnologias avançadas.

O choque de juros em uma economia em coma, por Luis Nassif

Eventual efeito sobre os juros se dá por vias tortas. Aumentando os juros internos, aumenta o fluxo de entrada de dólares, para se beneficiar das taxas. Entrando mais dólares, há uma apreciação do câmbio. Havendo, o capital financeiro ganha duas vezes: com as taxas de juros internas e com o fato do dólar, na saída, estar mais barato do que o dólar na entrada.

Raio X da indústria automobilística: a liderança da Fiat, por Luis Nassif

Fiat tem 24,43% do mercado de automóveis e 50% do mercado de comerciais leves.

Vem aí o novo bug do milênio, o da Libor, por Luís Nassif

Os reguladores têm desencorajado a emissão de novos instrumentos vinculados à Libor a partir de janeiro de 2022.
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Carros vendendo menos, caminhões vendendo mais, por Luis Nassif

Houve alguma compensação com uma melhoria das exportações, 295.152 veículos, 17,76% a mais do que em novembro de 2020 e 23,4% a menos do que em novembro de 2019.

A queda continuada da indústria, por Luis Nassif

A Indústria Extrativa está praticamente no mesmo nível do início de 2016, época de grandes quedas no PIB e nas cotações internacionais de commodities.

As grandes ameaças à inflação brasileira, por Luis Nassif

Todos esses dados trazem uma enorme instabilidade para 2022. E a miséria e a fome continuará se espalhando por todo o país.

O multilateralismo e a questão da saúde global, por Luis Nassif

Enquanto mais de um terço da população mundial está totalmente vacinada, na África a participação é de apenas 6,7%

Combustíveis respondem por 61% da alta do IPCA-15 de novembro, por Luis Nassif

Aumento de custo dos insumos na ponta da oferta, aumento do custo do dinheiro na ponta do consumo, impedirão qualquer veleidade de recuperação da economia em 2022.

Financeirização, precatórios e modelo chinês, por Luis Nassif

É nessa quadra, que o modelo chinês desponta, mas fundado em governo forte, não democrático. O aval do Partido Comunista tem permitido aos dirigentes chineses investir contra as principais distorções da economia mundial

Brasil, desde 2015 uma democracia em crise, por Luis Nassif

O Brasil possui o maior número de atributos declinantes do mundo e, desde 2016, passa por um processo de declínio democrático.

Uma análise da dependência brasileira do mercado chinês, por Luis Nassif

Chama a atenção, também, a participação pesada da China nos principais produtos de exportação, respondendo por 88,7% das vendas brasileiras de minério de ferro e 85,1% da venda de soja.

A rota do comércio brasileiro ruma para a Ásia, por Luis Nassif

Definitivamente, a rota do comércio brasileiro está no caminho da Ásia.

Comércio está 4% abaixo do ano de 2014, por Luis Nassif

Repare que dois setores que mais refletem a situação atual das famílias - Hipermercados, produtos alimentícios e hipermercados e supermercados - registraram queda de respectivamente 3% e 2,6% no acumulado do ano.

Combustíveis respondem por quase 60% da inflação, por Luis Nassif

No Acumulado do ano, Transportes respondeu por 50,14% da alta. Se somar o peso dos combustíveis no grupo Habitação, a influência aumentará mais ainda.